VII Colóquio Internacional Mediações e Discursos na Amazônia

Cametá-PA | 17 a 20 de agosto de 2026

VII DCIMA – Apresentação Oficial

A portos fortes, águas profundas: a consolidação de uma rede científica transfronteiriça na Amazônia Legal

        É com imenso orgulho e senso de missão histórica que a Universidade Federal do Pará (UFPA), por meio da ação articulada entre o PPGL (Programa de Pós-Graduação em Letras), o PPGEDUC (Programa de Pós-Graduação em Educação e Cultura) e o PPGEL (Programa de Pós-Graduação em Estudos Linguísticos), convida a comunidade acadêmica nacional e internacional para o VII COLÓQUIO INTERNACIONAL MEDIAÇÕES E DISCURSO NA AMAZÔNIA (DCIMA).

Entre os dias 17 e 20 de agosto de 2026, o colóquio aporta pela primeira vez nas margens históricas do Rio Tocantins, no Campus Universitário de Cametá (UFPA). O encontro é guiado pela temática central:

 

Discurso, Ancestralidade e Dispositivo Colonial: por uma pedagogia da esperança nas águas

        A relevância deste tema reside na necessidade urgente de redefinir as narrativas que cercam a Amazônia, deslocando-a de um objeto de exploração para um sujeito de saber. Ao confrontar a Ancestralidade com o Dispositivo Colonial, o evento não apenas identifica as estruturas de poder que ainda tentam silenciar a região, mas valida os conhecimentos milenares como ferramentas de resistência e inovação. Esse embate é essencial para desconstruir os discursos eurocêntricos que, historicamente, reduziram a floresta e seus povos a meras fontes de matéria-prima, ignorando suas complexidades.

        Nesta perspectiva, a adoção de uma Pedagogia da Esperança, fundamentada no pensamento de Paulo Freire, atua como o motor de transformação do colóquio. Mais do que um exercício de denúncia contra as opressões vigentes, essa perspectiva busca o “anúncio” de alternativas concretas. Quantas experiências emancipatórias vivemos entre as águas da Amazônia?

Trata-se de uma educação que não se limita a descrever o mundo, mas que se propõe a reinventá-lo, incentivando novas formas de existir e educar que respeitem as singularidades culturais e ambientais do território amazônico.

 

A força da interiorização e o alinhamento com a CAPES

        O VII DCIMA em Cametá celebra um marco político inegociável: a interiorização e a consolidação da pós-graduação stricto sensu na Amazônia. Longe de se curvar ao centralismo que historicamente ditou os rumos da produção do conhecimento no Brasil, este colóquio assume a sua natureza itinerante para afirmar que o interior da Amazônia Legal não é apenas objeto de estudo, mas sim polo produtor de ciência de altíssimo nível.

        Essa proposta responde diretamente aos desafios contemporâneos pautados pela CAPES para a avaliação e o amadurecimento dos programas de pós-graduação. A agência de fomento reconhece que a fixação de doutores, a produção de conhecimento situado e o fortalecimento de polos de pesquisa no interior são passos fundamentais para corrigir as assimetrias históricas da pós-graduação no país. Realizar o evento em Cametá significa territorializar o debate, mostrando que a pós-graduação constrói redes sólidas de soberania intelectual.

A internacionalização em diálogo com a ancestralidade

        Ao mesmo tempo em que finca suas raízes profundamente no território tocantino, o VII DCIMA expande seus horizontes em um potente movimento de internacionalização. Entendemos que enfrentar os “dispositivos coloniais” que ainda tentam governar nossas línguas, corpos e memórias exige uma articulação global de resistência acadêmica.

        Nesta edição, a internacionalização se faz prática viva na partilha de saberes. Cruzamos fronteiras geográficas e teóricas ao conectar pesquisadores de instituições de prestígio global — como a Universidad Nacional Mayor de San Marcos (Peru) e a Universidade de Jena (Alemanha) — com os intelectuais, movimentos sociais e lideranças tradicionais que constroem o cotidiano da Amazônia Legal (Pará e Maranhão).

        Não se trata de uma internacionalização assimétrica, baseada na importação acrítica de conceitos eurocêntricos. O DCIMA propõe o inverso: levar as nossas cosmopolíticas, as nossas narrativas de beira e a nossa pedagogia da esperança para o centro do debate global, pautando o mundo a partir das nossas águas.

A Centralidade da Educação Básica: da universidade ao chão da Escola

        Outro pilar de inserção social prioritário para o evento é a sua profunda articulação com a Educação Básica. O VII DCIMA assume como um de seus públicos-alvo prioritários os professores e professoras das redes públicas de ensino, promovendo um espaço de formação continuada onde as discussões teóricas servem como ferramentas pedagógicas emancipatórias para o cotidiano das salas de aula camponesas, ribeirinhas e urbanas.

Essa articulação se consolida de forma concreta em duas grandes frentes:

  1. Grandes Conferências e Mesas-Redondas

O evento contará com um corpo docente e de conferencistas de altíssimo nível, articulando debates fundamentais:

  • Conferência Magna de Abertura: Prof. Dr. Gilmar Pereira da Silva (Magnífico Reitor da UFPA), trazendo sua consolidada trajetória em Educação do Campo, Trabalho e Desenvolvimento Regional.
  • Conferência Especial Internacional: Profª. Drª. Luisa Elvira Belaunde (UNMSM – Peru), referência em Antropologia e Etnologia Amazônica.
  • Conferências Especiais e Encerramento: Prof. Dr. Salomão Laredo (Escritor e Pesquisador – UFPA) e Prof. Dr. Agenor Sarraf (UFPA/Cametá), entrelaçando literatura, patrimônio, memória e escrita de si.
  • Mesas de Debate Temáticas: Com a participação dos professores e pesquisadores Ivânia dos Santos Neves (UFPA), Doriedson Rodrigues (UFPA/Cametá), Jorcemara Matos Cardoso (Universidade de Jena), Maria Lucilena Tavares Gonzaga (UFMA), Isabel França dos Santos (UFMA), Maurício Neves Corrêa (UFPA), Conceição Belfort (UFMA), Jairo Silva e Silva (UFMA), Thomas Fairchild (UFPA), Robson Laverdi (UEPG), Raquel Costa (UFPA) e Jesús Pérez García (UFPA).
  1. Ações de Extensão e Formação Prática
  • 06 Minicursos Simultâneos (Dias 17 e 18, das 15h às 16h30):
    1. Introdução à Língua e Cultura Tembé-Tenetehara
    2. Letramento de Gênero e Práticas Identitárias
    3. Letramento Étnico-Racial na Amazônia
    4. Dispositivo Colonial e Governo da Língua
    5. Ancestralidades e Saberes Ribeirindígenas
    6. Análise do Discurso Aplicada a Textos Amazônicos
  • Aulão Especial preparatório para o ENEM (Dia 18 à noite): Ministrado pela Profª. Drª. Joana D’Arc Vieira (UFPA), abrindo as portas da universidade para a juventude estudantil da região tocantina.

 

Um convite à construção coletiva!

       Convidamos pesquisadores, estudantes de graduação e pós-graduação, professores da educação básica e ativistas de movimentos sociais a submeterem seus trabalhos nos nossos Simpósios Temáticos e a participarem desta imersão. Que as águas do Tocantins nos guiem em dias de escuta profunda, rigor científico e esperança compartilhada.

 

Sejam bem-vindas e bem-vindos ao VII DCIMA e à Cametá!

INSCREVA SUA COMUNICAÇÃO ORAL EM UM DE NOSSOS EIXOS TEMÁTICOS!

As comunicações serão organizadas em Simpósios Temáticos e todos os trabalhos serão debatidas por pesquisadores e professores qualificados.

Eixos Temáticos

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– Educação, autonomia e esperança

– Educação e ancestralidade

– Corpo e território

– Corpo e colonização

– Discurso e Sexualidades

– Discursos, cidades e artes

– Linguagem e sociedade

– Política educacional

– Literatura e gênero

– Literatura Indígena,

– Decolonizações e Contra-Colonizações

Programação

VII DCIMA

Dia 17 de Agosto (Segunda-feira)

Tarde

Local: UFPA- Campus Cametá

  • 14h às 19h45: Credenciamento e Abertura de Atividades da Secretaria 
  • 16h30: Coquetel Cultural de Boas-Vindas

17h30 às 18h

Abertura Cultural Especial

Lançamento do Documentário: "Nossa Ancestralidade Ribeirindígena em Limoeiro do Ajuru"

Raimunda Gonzaga (Doutoranda do PPGL/UFPA/GEDAI)

o Direção

Profª. Drª. Ivânia dos Santos Neves (UFPA)

Mediação
  • 18h15 às 18h45: Solenidade de Abertura Institucional (Representações Acadêmicas e Coordenações locais PPGL, PPGEDUC e PPGEL)

 18h45 às 19h45

Conferência Magna de Abertura  

Profª. Drª. Maria Lucilena Gonzaga Costa Tavares(UFPA)

Palestrante

Prof. Dr. Eraldo Souza (Coordenador do Campus Universitário de Cametá/UFPA)

Mediação

Dia 18 de Agosto (Terça-feira

Manhã

Local: UFPA – Cametá

Horário: 8h30 às 12h30

  • 8h30 às 10h Minicursos
  • 10h às 11h30: Simpósios Temáticos

11h30 às 12h30

Conferência Internacional da Manhã  

Profª. Drª. Luisa Elvira Belaunde (Universidad Nacional Mayor de San Marcos — Peru)

Palestrante

Geciel Ranieri (Doutorando do PPGL/UFPA/GEDAI)

Mediação

Tarde

  • 15h às 16h30: 06 Simpósios Temáticos

16h30 às 18h Mesa 01          

Dispositivo Colonial, Corpos Dissidentes e Memórias Insurgentes: sobre esperançar

Profª. Drª. Denise Gabriel Witzel (UNICENTRO — Paraná)

Prof. Dr. Maurício Neves Corrêa (UFPA — Cametá)

(UFPA)

Profª. Drª. Cristiane Helena Silva de Oliveira (Faculdade Metropolitana / SEMEC / ALAMB)

Maria Lucilena Gonzaga Costa Tavares (UFPA)

Mediação

18h30 às 20h Mesa 02          

Território, Colonialidade e Saberes Ancestrais

Profª. Drª.Adriana Coimbra -UFPA

Profª. Drª. Fernanda Aires (IFPA-Cametá)

Profª. Drª. Andreza de Lourdes Souza Gomes é professora da Universidade Federal do Pará (UFPA)

Prof.Dr. José Dias Júnior (UFPA)

Mediação

19h às 20h30

Aulão Especial Preparatório para o ENEM 

o Ministrante: Profª. Drª. Joana D'Arc Vieira (UFPA-GEDAI)

Mediação: Edmilson Costa (Mestrando PPGEDUC)

Mediação

Dia 19 de Agosto (Quarta-feira)

Manhã

  • 08h30 às 10h Minicursos
  • 10h às 11h30: Simpósios Temáticos (STs)

11h30 às 12h30

Conferência da Manhã Ancestralidade e Arqueologia

Palestrante: Prof. Dr. Arkley Marques Bandeira (UFM

Mediação: Profª. Drª. Conceição Belfort (UFMA)

Mediação

Tarde

15h às 16h30 Mesa 02

Governo da Língua, Territórios e Práticas Pedagógicas Interculturais na Amazônia

Prof. Dr. Lucas Lopes (UFPA — Cametá)

Prof. Dr. Jairo Silva e Silva (IFPA-PPGCITI/UFPA)

Prof. Dr. Thomas Fairchild (PPGL/UFPA)

Profª. Drª. Mônica Cruz

17h30 às 19h Mesa 03

              

Cametá ou Murajuba: Territórios de Memórias e(m) disputas

Prof. MS. Salomão Laredo (Escritor e Pesquisador — UFPA)

Marcilene Miranda (Doutoranda do PPGL/UFPA/GEDAI)

Mediação: Raquel Costa (UFPA)

Dia 20 de Agosto (Quinta-feira)

Manhã

  • 09h às 10h30: Simpósios Temáticos (STs) — Rodadas Finais e Avaliação

11h às 12h

Conferência da Manhã "Empoderamento e esperança nas águas da Amazônia"

Palestrante: Profª. Drª. Jorcemara Matos Cardoso (Universidade de Jena — Alemanha)

Mediação: Pr Drª. Benedita do Socorro (PPGEL/UFPA)

Mediação

Tarde

16h30 às 18h Mesa 03          

Saberes e relações de poder no sul global/local

Profª. Drª. Ivânia dos Santos Neves (PPGL/UFPA)

 Profª. Drª. Andrea Domingues (PPGEDUC/UFPA — Cametá)

Drª. Isabel França dos Santos (UFPA)

o Mediação: Prof. Dr. Jesús Pérez García (UFPA)

(SEDUC-PA)

16h30 às 17h30

Conferência Magna de Encerramento

Conferencista: Prof. Dr. Agenor Sarraf (UFPA )

o Mediação: Profª. Drª. Luisa Elvira Belaunde (Universidad Nacional Mayor de San Marcos — Peru)

Programação Cultural Noite

em defesa dos rios

um canto para o tocantins

Carlos Dias

Allan Carvalho

Inscrições

MINICURSOS — VII DCIMA

Seja bem-vindo(a) ao espaço de inscrições para os minicursos do VII Colóquio Internacional Mediações e Discurso na Amazônia (DCIMA)!

Nesta edição, preparamos espaços formativos profundos que cruzam saberes tradicionais, linguística, arqueologia, direito e gênero, ministrados por pesquisadores locais, de outros estados e internacionais.

📅 Informações Gerais:

  • Período de Inscrições: 20 de julho a 3 de agosto de 2026.
  • Abertos à comunidade em geral.
  • Valor da Inscrição: R$ 50,00 por minicurso.
  • Dias do Evento: 18 e 19 de agosto de 2026.
  • Carga Horária: 3 horas totais de atividades formativas presenciais.
  • Certificação: Conferida aos participantes com presença registrada.
  • O pagamento do valor referente à sua inscrição, observando o período, deverá ser transferido para a chave pix:  50.652.618/0001-04 (CNPJ OURA) 

Conheça as opções de Minicursos e escolha o seu. Eles acontecerão todos no mesmo horário, portanto, você pode se inscrever em apenas um mincurso:

🛶 Minicurso 1: Língua Tembé-Tenetehara

  • Ministrantes: Kuzã’í Tembé e Nonô Tembé
  • Ementa Resumida: De caráter instrumental, este minicurso será um espaço de imersão linguística e cultural focado na língua Tembé-Tenetehara. O minicurso promove a partilha de conhecimentos tradicionais, o fortalecimento e a valorização das oralidades indígenas como tecnologias de resistência, existência e preservação de memórias ancestrais.

🏺 Minicurso 2:

Arqueologia como componente integrante do patrimônio cultural

  • Ministrante: Prof. Dr. Arkley Marques Bandeira (UFMA)
  • Ementa Resumida:

    Conceitos de patrimônio cultural e de arqueologia. O patrimônio arqueológico como bem cultural da União. Legislação de proteção ao patrimônio arqueológico no Brasil: Constituição Federal de 1988, Lei nº 3.924/1961, Portaria SPHAN nº 07/1988 e Instrução Normativa IPHAN nº 001/2015. A prática arqueológica: etapas da pesquisa, do levantamento e prospecção em campo à curadoria e análise em laboratório. A arqueologia como campo multidisciplinar e como ciência que investiga a história dos povos em uma perspectiva de longa duração. Arqueologia, sociedade e educação patrimonial. O Objetivo geral é introduzir os participantes aos fundamentos conceituais, legais e metodológicos da arqueologia, compreendendo-a como componente essencial do patrimônio cultural brasileiro e como ciência que reconstitui a história dos povos em uma perspectiva de longa duração.

⚖️ Minicurso 3: O Fato e o Direito nas conquistas das Mulheres

  • Ministrantes: Profa. Dra. Lucilena Gonzaga e Mestranda Fernanda Monte Santo
  • Ementa Resumida: Interseções cronológicas entre Literatura, Direito e Estudos de Gênero. Discussão sobre a literatura como mecanismo de reivindicação de direitos constitucionais e desconstrução de normas tradicionais.

🌿 Minicurso 4: Narrativas, corpos e sexualidades na Amazônia indígena

  • Ministrante: Profa. Dra. Luisa Elvira Belaunde (Universidad Nacional Mayor de San Marcos — UNMSM/Peru)
  • Ementa Resumida:

    O curso tem como objetivo examinar as expressões, interconexões e fluxos de forças sociocosmológicas, desejos e alteridades que produzem corpos e sexualidades diversas na Amazônia, com foco particular nos estudos dos povos do Alto Amazonas, no sopé dos Andes. Partimos da premissa de que a sexualidade é um desejo por história e alteridade, por experiências e significados nos quais perspectivas indígenas e não indígenas se cruzam em processos de subjetivação e no extraordinário imaginário sexual de narrativas cosmológicas e cotidianas, oníricas e xamânicas.

🗣️ Minicurso 5: Empoderamento Linguístico: práticas discursivas para uma pedagogia da esperança na e a partir da Amazônia

  • Ministrante: Profª. Drª. Jorcemara Cardoso (Friedrich-Schiller-Universität Jena / Alemanha)
  • Ementa Resumida: Espaço de reflexão teórico-prática sobre o conceito de empoderamento linguístico como horizonte para a construção de práticas educativas comprometidas com a justiça social, a democratização dos saberes e a valorização das ancestralidades. Tendo o ensino de línguas como eixo central, vamos articular fundamentos teóricos, relatos de experiências e estratégias didático-pedagógicas voltadas ao desenvolvimento e ao aprimoramento de práticas de ensino que reconheçam a linguagem como um direito, valorizem a diversidade linguística e cultural, fortaleçam sujeitos e comunidades historicamente silenciados e contribuam para a construção de uma pedagogia da esperança que emerge das águas, dos territórios e das múltiplas vozes da Amazônia, reafirmando esses espaços e seus povos como sujeitos de conhecimento, resistência e transformação social.

📝 Minicurso 6: Entre a ideia e o projeto: orientações para a escrita de projetos de pesquisa na pós-graduação

  • Ministrante: Lucas Lopes
  • Ementa Resumida: Escrita de projetos de pesquisa para submissão a processos seletivos de mestrado, com ênfase nos Programas de Pós-Graduação em Educação e Cultura (PPGEDUC) e em Estudos da Linguagem (PPGEL) da UFPA/Campus Universitário do Tocantins-Cametá. Estrutura do projeto: tema, problema, questões e objetivos de pesquisa; justificativa; fundamentação teórica e desenho metodológico; cronograma e referências. Leitura do edital e vinculação do projeto às linhas de pesquisa de cada programa. Especificidades dos campos da Educação e dos Estudos da Linguagem na delimitação do objeto. Problemas recorrentes na escrita de projetos: generalidade excessiva, desarticulação entre objetivos e metodologia, ausência de recorte, inadequação à linha pretendida. Discussão a partir da experiência do ministrante como docente, orientador e avaliador em processos seletivos nos dois programas.

♀️ Minicurso 7: Discurso e Gênero

  • Ministrante: Profª. Drª. Denise Gabriel Witzel (UNICENTRO)
  • Ementa Resumida: Investigação crítica das relações entre os estudos do discurso e as teorias de gênero. O curso problematiza os processos de subjetivação, a produção de identidades e o funcionamento das dinâmicas discursivas contemporâneas que atravessam as práticas sociais e os corpos.

Garanta a sua vaga!

As inscrições estarão abertas de 20 de julho a 3 de agosto de 2026. As vagas são limitadas para garantir o melhor aproveitamento didático de cada turma.

👉  CLIQUE AQUI PARA FAZER SUA INSCRIÇÃO E PAGAR A TAXA DE R$ 50,00

(Encerradas) Inscrição com submissão de comunicação nos simpósios temáticos: 

Para efetivar a inscrição como ouvinte, você deverá preencher o formulário e anexar o comprovante de pagamento.

O pagamento do valor referente à sua inscrição, observando o período, deverá ser transferido para a chave pix: para a chave pix:  50.652.618/0001-04 (CNPJ OURA) 

Ouvinte

R$ 50
  •  

Ouvinte (Estudantes de Graduação)

R$ 20
  • Alunos de graduaçãp

Presenças Confirmadas

Presenças Confirmadas

Maria Lucilena Gonzaga Tavares

UFPA

Ivânia Neves

UFPA

Andrea Domingues

UFPA

Luisa Elvira Belaunde

Universidad Mayor de San Marcos - Peru

Jorcemara Cardoso

Universität Jena – Alemanha

Denise Witzel

Unicentro

Maurício Neves-Corrêa

UFPA

Lucas Rodrigues Lopes

UFPA

Raquel Costa

UFPA

Conceição Belfort

UFMA

Agenor Sarraf

UFPA

Hellen Moura Azevedo

UEPA - MOJU

Thomas Fairchild

UFPA

Jairo Silva da Silva

IFPA - PPGCITE/UFPA

Isabel Cristina França

UFPA

Carlos Dias

UFPA

Mônica Cruz

UFMA

Arkley Marques Bandeira

UFMA

Eraldo Souza do Carmo

UFPA

Ilza Galvão Cutrim

UFMA

Joana D'Arc Vieira

UFPA

Cristiane Helena Silva de Oliveira

Faculdade Metropolitana / SEMEC / ALAMB

Salomão Laredo

UFPA

Jesús Jorge Pérez García

UFPA

CONHEÇA CAMETÁ!

Em suas águas, o rio Tocantins é a contranarrativa que guarda memórias, saberes e histórias de resistências e reexistências.

Texto: Marcilene Miranda | Fotos: Toninho Castro

ONDE ESTAMOS?

Situado no nordeste paraense do norte do Brasil, o município de Cametá, território ancestralmente indígena, está localizado às margens esquerda e direita do rio Tocantins. Segundo estimativa do IBGE, residem atualmente em Cametá mais de 140 mil habitantes.

MARCAS ANCESTRAIS

Neste lugar, guarda-se uma variada e rica toponímia de resistência indígena, reconhecendo a trajetória vibrante de povos de diferentes etnias que, entre furos, igarapés em meio à floresta, nomeiam e reexistem neste território, impenetrados nas marcas da EtniCidade e da cultura amazônica no Baixo Tocantins.

Sua captura é celebrada como símbolo patrimonial cultural e imaterial do estado do Pará, e mais do que a base gastronômica e econômica da região, o MAPARÁ referencia a cosmologia ancestral indígena de respeito à natureza. Além de movimentar portos e feiras, aquece a economia e a cultura de vários municípios às margens do rio Tocantins, unificando a tradição ancestral e a preservação do rio. O sabor marcante dessa espécie de pele lisa, cuja carne absorve temperos à base sal, alho, pimenta-do-reino e limão, pode ser preparado de diferentes técnicas indígenas: cozido, frito ou muqueado (moqueado), acompanhado pelo delicioso açaí.

PATRIMÔNIO CULTURAL E IMATERIAL – A PESCA DO MAPARÁ

Prática cultural ancestral, considerada uma das maiores e mais importantes manifestações sociais, econômicas e culturais de toda a Amazônia. A abertura da safra , após o período em que o peixe está em reprodução (defeso), reúne centenas de pescadores e mergulhadores, homens, mulheres e crianças, que praticam a ancestral técnica do borqueio, capturando grandes cardumes de mapará, abastecendo toda a região e adjacências. É um verdadeiro espetáculo cultural, repassado de geração e geração, marcando a identidade cultural deste território, baseado em leis seculares de proteção ambiental.

GASTRONOMIA, ECONOMIA E ANCESTRALIDADE

CARNAVAL DAS ÁGUAS

PATRIMÔNIO CULTURAL E IMATERIAL – CARNAVAL DAS ÁGUAS

Mais de 50 embarcações são enfeitadas pelas comunidades ribeirinhas da região e iniciam oficialmente o período do carnaval em Cametá. Cordões e fofos são mais do que uma atração turística, pois simbolizam a integração entre o homem, as matas e o rio, preservando a herança ancestral da memória do Baixo Tocantins.

ENCANTOS DE CAMETÁ – PRAIAS E BALNEÁRIOS

Os balneários e praias espalhados na cidade constituem o cenário perfeito para relaxar nos intervalos do evento. A Praia da Aldeia é o ambiente mais próximo ao centro da cidade, com excelentes restaurantes para saborear a culinária local. As praias de água doce mais distantes, mas igualmente encantadoras, expõem grandes faixas de areia branca às margens do maravilhoso rio Tocantins e suas ilhas: as mais procuradas são a Praia do Guajará, a Praia do Pacajá, a Praia do Cujarió e a famosa praia do Cametá-Tapera. Nas margens das localidades da Fazenda e do Cupijó também podemos encontrar praias e balneários particulares, além das inúmeras praias desertas e igarapés de água cristalina que carregam a toponímia ancestral indígena e caracterizam o estilo de vida desse povo de identidade “ribeirindígena” (Gonzaga, 2026).

PRAIAS E BALNEÁRIOS

PRAÇAS

ENCANTOS DE CAMETÁ – PRAÇAS

Os pontos de encontro e de lazer da cidade conectam a arquitetura colonial da cidade e a preservação da memória ancestral deste lugar. Neste aspecto, a EtniCidade funciona como um instrumento da contra-história abrigando e homenageando pontos fulcrais da identidade cametaense, atuando como uma interface entre o rio, a floresta e a urbanidade que permite evidenciar uma resistência cultural materializada na realidade vivida pelos moradores, cujas marcas ancestrais estruturam e organizam este espaço.

Destacam-se entre as principais praças: a Praça Jardim dos Artistas e a Praça da Justiça, localizadas estrategicamente na Praça da Cultura; a Praça dos Notáveis; a Praça Nossa Senhora das Mercês; e a Praça Raimundo Peres (intimamente chamada de Praça do Titio), muito movimentada regularmente nas manhãs de domingo, que funciona como um encontro clássico entre as famílias cametaenses.

VIROU CAMETÁ! – A INSURREIÇÃO ANCESTRAL INDÍGENA

A toponímia indígena de Cametá revela e justifica a existência dos povos originários no território do Baixo Tocantins. Estruturada atualmente em 9 distritos (Cametá (sede); Juaba; Carapajó; Curuçambaba; Vila do Carmo do Tocantins; Areião; Moiraba; Januacoeli e Torres de Cupijó), comunidades rurais, quilombolas e ribeirinhas espalham-se por cerca de 100 ilhas nos mais de 3 mil quilômetros que compreendem a área territorial de Cametá, cujos limites traçam fronteiras com os municípios de Limoeiro do Ajuru, ao norte; Mocajuba, ao sul; Igarapé-Miri, ao leste; e Oeiras do Pará, a oeste.

A transição da aldeia primitiva para a atual sede municipal revela uma vontade de verdade que desafia os registros oficiais que remontam a história linear do século XVII, no período da invasão de franceses e portugueses, em 1613 e 1617, respectivamente, pois, nas fissuras dos relatos coloniais, emerge o nome ancestral deste lugar: Murajuba, localizado entre as margens esquerda e direita do rio Tocantins.

O termo Murajuba tem origem no tupi myra-iúwa ou mbyraiúua, apresentando duas acepções icônicas da região: o papagaio amazônico e a árvore leguminosa de cerne amarelado. Esta última remete diretamente ao fenômeno da erosão das ribanceiras – o “barranco amarelado” – que forçou o deslocamento dos habitantes de Cametá-Tapera para o sítio de Murajuba, no período da colonização europeia.

Cametá origina-se de um mosaico étnico ancestralmente indígena e as diferentes comunidades indígenas que neste território habitavam antes da chegada dos primeiros invasores sinaliza e ratifica tal constatação perpetuada na memória e na cosmologia ancestral dos cametaenses na contemporaneidade, resistente há mais de quatro séculos.

REFERÊNCIAS:

Fonte dos registros:

MIRANDA, Marcilene do Carmo de Oliveira Miranda. Nos rastros de Murajuba: ancestralidade indígena, poder e silenciamentos em Cametá-Pará. 2026. Material apresentado para o Exame de Qualificação (Doutorado em Estudos Linguísticos) – Faculdade de Linguagem, Universidade Federal do Pará, Belém, 2026. No prelo.

Fonte das imagens: Toninho Castro Fotógrafo/Facebook.

Fonte do mapa: Google Imagem (adaptado por Marcilene Miranda).

 

VIROU CAMETÁ! – A INSURREIÇÃO ANCESTRAL INDÍGENA

CAMETÁ - INTERMUNDOS: DA CIDADE AOS RIOS

O principal rio do município é o Rio Tocantins, que banha a sede da cidade e dita o ritmo da vida, cultura e economia local

Texto: Geciel Ranieri

A cidade de Cametá/PA, abriga em seu território mais de cem ilhas, conhecidas popularmente como regiões ribeirinhas. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), tem uma área de 3.081,367 km², sendo sua população de 134.184 habitantes que se subdividem na Zona Urbana e na Zona Rural (IBGE, 2022). Sendo, desse total de habitantes a maior parte da população cametaense se encontra na Zona Rural que se divide em espaços do campo e em espaço de localidades ribeirinhas, nos mapas a seguir podemos perceber as dimensões da cidade e de seus outros espaços como rios e matas que se espalham por todo o território.

 

O principal rio do município é o Rio Tocantins, que banha a sede da cidade e dita o ritmo da vida, cultura e economia local. A região também é cortada por diversos afluentes, rios menores, furos e que formam dezenas de ilhas ribeirinhas. Vamos conhecer alguns cursos d’água incluem:

  • Rio Tocantins: O mais importante, corta o município no sentido sul-norte e é a grande “artéria” fluvial de Cametá, sendo fundamental para o transporte, pesca e turismo.
  • Rio Cupijó: Um dos braços e afluentes importantes da região, muito procurado para o lazer .
  • Rio Anauerá; Rio Mutuacá; Rio Juba; Paruru do Meio; Rio São Pedro; Ilha Mapirai; Ilha Jupatiteua; Ilha Marinteua; Ilha Portilhos; Rio Tem-Tem; Mutuacazinho; Rio Juareramanha; Ilha Grande de Juaba; Ilha Joroca; Ilha Tamanduazinho; Rio Tamanduá; Ilha São Raimundo Furtado; Ilha são Raimundo Furtado; Ilha Tamanduá; Ilha Açari; Ilha São Mateus; Ilha São Martins; Ilha Moiraba; Ilha do Carmo; Ilha Preguiça; Rio Furtados; Rio Jurubatuba; Rio Turema; Rio Mendaruçu; Rio Pindobalzinho; Ilha do Boi; Rio Bom Jardim; Ilha Tabatinga; Rio Guajará; Ilha da Croa; Ilha São Bento; Ilha Grande; Furo do Oeiras Rio Araticu; Porto Grande; Igarapé Putiri; Ig. Icatu Pimenta Faz; Igarapé Tambaí-Açu Faz.

Para ver mais acesse impenetrados nas marcas da EtniCidade e da cultura amazônica no Baixo Tocantins.

Esses rios e outros formam uma extensa rede hidrográfica de várzea, repleta de ilhas onde vivem comunidades tradicionais e ribeirinhas. As vivência nas comunidades ribeirinhas são diversas e sociointerativas com a natureza. A seguir, veja os detalhes operacionais e as dicas para realizar a sua programação de pesca, banho e visita às comunidades para conhecer a fundo o estilo de vida local.

  • Travessia de “Popopo” ou Rabeta: No porto de Cametá, você pode contratar barqueiros locais para fazer passeios em direção às ilhas. Alugar uma “voadeira” (lancha rápida com motor de popa) ou um “popopo” (barco regional de madeira mais lento).
  • Embarcações de Linha: Funcionam como o transporte público dos ribeirinhos, interligando a cidade às ilhas e vilas. Elas têm horários fixos e rotas rígidas. Servem muito bem se você quiser apenas passar o dia em uma ilha específica.
  • Estilo de Vida e Bioeconomia: Nessas comunidades, você verá de perto a colheita artesanal e o manejo do açaí nativo, a confecção de paneiros (cestos de tala) e a rotina da pesca de subsistência em canoas.

O Rio Tocantins abriga praias de água doce com extensas faixas de areia fina que surgem com força no verão paraense (principalmente a partir de julho). Em agosto, período de nosso evento, o Rio Tocantins está no auge do chamado “verão amazônico”, período ideal em que as praias de água doce estão totalmente formadas, com extensas faixas de areia branca e águas mornas.

  • Praia da Aldeia: Localizada bem próxima ao centro urbano, possui excelente infraestrutura de calçadão, bares e quiosques. É perfeita para relaxar e assistir ao nascer do sol e pôr do sol.
  • Praia do Roque: Considerada a mais famosa e badalada da região. Oferece uma ótima estrutura de restaurantes para comer um peixe frito com açaí tradicional.
  • Praia de Cametá-Tapera: Situada na primeira sede histórica do município, une beleza natural a uma atmosfera mais rústica e bucólica.
  • Praia do Cujarió: Outra belíssima opção banhada pelo Tocantins, muito procurada por famílias.
  • Praia da Fazenda: Uma belíssima opção banhada pelas águas do Tocantins.Se o seu foco é o contato direto com a natureza intocada, o destino certo é o Rio Cupijó.
  • Balneário do Cobrão: Fica na zona rural (cerca de 16 km do centro pela BR-422) às margens do Cupijó. É um igarapé de águas incrivelmente geladas e limpas, cercado por muita sombra e floresta nativa. Instagram: <https://www.instagram.com/balneariodocobrao/>.
  •  Balneário da Tia Gita: É um refúgio rústico de lazer e ecoturismo localizado às margens do Rio Cupijó, no município de Cametá, no Pará. É um destino popular na região para quem busca se desconectar da rotina urbana e relaxar em meio à natureza amazônica. Instagram: <https://www.instagram.com/balneariodatiagita/>.
  • Restaurante Rio Verde: A poucos minutos da cidade você encontra um espaço lindo de comidas regionais e um igarapé acolhedor. Instagram: <https://www.instagram.com/restauranteruralrioverde/>.

O Rio Tocantins abriga praias de água doce com extensas faixas de areia fina que surgem com força no verão paraense.

Comissão Organizadora

Ivânia dos Santos Neves
Maria Lucilena Gonzaga
Andrea Domingues
Lucas Lopes
Maurício Neves Corrêa
Raquel Costa

GEDAI

Marcilene do Carmo de Oliveira Miranda
Cristiane Helena Silva de Oliveira
Joana Darc Soares Vieira
Danielle de Souza chaves
Marcilene Tembé
Geciel Ranieri Furtado
Thaianny Cristine Dias Gaia
Jonilson Pinheiro Moraes
Raimunda Moraes Silva Gonzaga
Edenilson Miranda 
Yorranna Oliveira

Avante Mulheres

Alice do Carmo Freitas Costa
Deomile Ferreira Leal
Diely Benedita Soares de Farias Nunes
Idalina Caldas Moia
Ilma da Silva Lopes
Júlia Nazaré Rodrigues Diniz Mota
Luciete Cardoso Pompeu
Maria Jose Borges Da Silva
Paula Camila Marques do Carmo
Railana de Almeida Louzada
Tereza Cristina Veloso Pantoja
Valdilena Coelho Rodrigues
Vanessa Lobato de Medeiros

Comissão Científica

Comissão Científica

  • Profa. Dra. Andrea Silva Domingues – Universidade Federal do Pará (UFPA)
  • Prof. Dr. Agenor Sarraf – Universidade Federal do Pará (UFPA)
  • Prof. Dr. Arkley Bandeira – Universidade Federal do Maranhão (UFMA)
  • Profa. Dra. Conceição Belfort de Carvalho – Universidade Federal do Maranhão (UFMA)
  • Profa. Dra. Ilza Galvão Cutrim – Universidade Federal do Maranhão (UFMA)
  • Profa. Dra. Isabel Cristina França dos Santos França – Universidade Federal do Pará (UFPA)
  • Profa. Dra. Ivânia dos Santos Neves – Universidade Federal do Pará (UFPA)
  • Profa. Dra. Flávia Marinho Lisbôa – Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (UNIFESSPA)
  • Prof. Dr. Jairo da Silva e Silva – IFPA/Campus Abaetetuba – PPGCITE/UFPA
  • Profa. Dra. Jorcemara Cardoso – Universität Jena – Alemanha
  • Profa. Dra. Luisa Elvira Belaunde – Universidad Mayor de San Marcos – Peru
  • Profa. Dra. Mônica da Silva Cruz – Universidade Federal do Maranhão (UFMA)
  • Profa. Dra. Maria Lucilena Gonzaga Tavares – Universidade Federal do Pará (UFPA)
  • Prof.Dr. Maurício Neves-Corrêa – Universidade Federal do Pará (UFPA)
  • Profa. Dra. Sônia Amaral  Universidade Federal do Pará (UFPA)

Planejamento Visual e Design

Maurício Neves Corrêa

Redes Sociais

Realização

  • Programa de Pós-Graduação em Letras (PPGL – UFPA)
  • Programa de Pós-Graduação em Educação e Cultura (PPGEDUC-UFPA)
  • Programa de Pós-Graduação em  Estudos da Linguagem (PPGEL – UFPA)
  • Programa de Pós-Graduação em Letras (PGLetras-UFMA)
  • Instituto de Letras e Comunicação da UFPA -ILC
  • Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação – PROPESP-UFPA
  • Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior -CAPES
  • Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico -CNPq
  • Grupo de Estudo Mediações, Discurso e Sociedades Amazônicas (GEDAI-UFPA-CNPq)
  • Grupo Avante Mulheres (UFPA-CNPq)
  • Grupo de Pesquisa em Patrimônio Cultural (GEPPaC/CNPq-PGCult-UFMA)
  • Grupo de Estudos em Linguagem e Discurso do Maranhão (GPELD/CNPq-DELER-UFMA)
  • Universidade Federal do Pará – UFPA